À crítica não cabe emoção. Há de se ter absoluto distanciamento do objeto a ser analisado para efeito de formulação de crítica. Pois bem, assim deve ser a coisa; ou deveria ser... Diariamente sou confrontado com alguns textos, quer sejam jornalísticos, literais ou informativos, mas o bichinho que habita em mim, o bichinho que lê procurando os contornos, as nuances do texto, esse sempre acha aqui e ali o quê criticar. Já há em mim esse movimento compulsivo de ler não sou com os olhos despreocupados, mas antes com os olhos inquisidores de quem procura um único motivo para condenar. A crítica não condena e nem absolve; a crítica comenta, confabula, argumenta, compara, expõe, propõe, erra, acerta... Eu olho já buscando o peso do cárcere. Estou aprendendo ainda. Há muito de minha personalidade autoritária e nem um pouco complacente na minha crítica literária. Estou errado, assumo... Mas ao menos já sei disso e buscar o distanciamento devido e desejado é muito mais fácil quando já sabemos de onde partir.
Quando por ventura dou com os olhos em algum texto que desperta vivamente minha atenção, seja pelas imperfeições, seja pelas qualidades estéticas, sinto-me realizado. Pago a conta das horas que passei a folhear páginas e páginas de textos de todas as formas e origens. Nas imperfeições busco as tessituras que seriam adequadas na minha nada humilde opinião. É como reconstruir, tijolo por tijolo, uma casa erguida no universo das boas intenções, mas disforme pela ausência de capacitação de seu construtor. É muito bom achar textos assim, tão ruins que chegam a dar prazer só comparável ao gozo de uma relação. Porque reconstruir, mesmo que à parte, mesmo que oficiosamente, mesmo que secretamente em um pedaço de papel que ficará seguramente esquecido na gaveta, preenche meu pequeno grande ego.
E o que é o crítico afinal se não o cara que se coloca além do bem e do mal e pode tudo porque é dele o papel da crítica. Ele veio para aplaudir ou destruir e por mais que reneguem, na verdade, todos esperam seu veredito para depois enaltecê-lo como grande crítico ou achincalhá-lo como pedante e coisas do gênero. É duro o ofício. Mas e daí? É o jogo que deve ser jogado.
Acontece também o encontro com textos deliciosamente adequados. Textos que, ao contrário dos que pedem reconstrução cuidadosa, estão absolutamente prontos para serem saboreados pelas retinas dos mais variados públicos. Aí também tenho orgasmos, porque ao procurar as imperfeições e encontrar novas proposições estéticas ou mesmo que as usuais, novas leituras, travo um combate voraz com esses textos, torno-me mais rigoroso quando percebo que o texto é bom e ao me aprofundar na análise à procura de um senãozinho, mais me encanto, mais me sublimo, mais me rendo àquelas linhas. Adoro ser derrotado por um bom texto. E assim se deu com a poesia de Mariana Arnoso. Mesmo já tendo retocado aqui e ali, mesmo tendo ganhado algumas batalhas, ainda assim, a beleza juvenil, a leveza, o descompromisso, a linguagem atual e atuante e, mais do que tudo, as inovações estilísticas, me derrotam a cada nova leitura. É um jogo que marco um tento aqui, outro ali; digo: “Aqui ela errou a mão”, mas que ao final, saio do estádio com uma sonora goleada pelas ventas.
É quando a emoção toma a veia fria do crítico. Quando leio a poesia de Arnoso, penso na expressão do rosto dela, em suas mãos rabiscando o papel, buscando um novo efeito. Penso no seu sorriso furtado de um querubim, nas suas inseguranças de uma quase-menina, nos desconsertos já alardeados por ela sobre a sua vida, no seu andar jogado, passos trôpegos, indecisos... Não há como não falar a emoção. Por mais que eu busque o distanciamento, por mais que eu almeje a isenção crítica, por mais que eu diga: “Mariana, entre nós, só arte!”, ainda assim ao deliciar-me com sua poesia, não consigo apartar de mim a Mariana; a Mariana que habita em Mariana Arnoso, a poeta. Quero muito que ela vença, indico o caminho, aponto possibilidades, quase me projeto na sua obra, mas muito nessas horas não é o crítico quem fala, mas o homem por detrás do crítico. E não se separa um do outro. Quando isso se dá, a crítica perde a função. Perde mesmo a sua identidade. Corro esse risco. Sempre acho que no final conseguirei retomar a idéia original e buscar o foco. Mariana Arnoso, a poeta, merece e merece muito que minha crítica e somente ela, fale por mim. Depois, quem sabe, poderei pretender ter de Mariana, a mulher, uma poesia só para mim. Um olhar mais aprofundado dessa que é, antes de ser uma mulher linda e extraordinária, uma poeta bem acima da média em sua produção artística. O tempo dirá se estou certo ou errado. Se agi com independência ou se já os transtornos do desejo falaram por mim. De qualquer forma, em Mariana, o meu lado é o lado dela. Minha rua é a rua dela. Minha praia é a mesma praia dela. Não pego onda como ela, mas não ficaria tão mal sentado na areia apreciando o pôr do sol enquanto Mariana desliza carregada de poesia pelas espumas dos mares do sul.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
E para quê servem as disciplinas escolares, afinal?
Bem, nunca fui bom aluno; mas para isso tenho em Einstein um bom consolo. Sempre fui mediano (ou medíocre?) e tirava quase sempre a nota que precisava para não repetir o ano letivo (algumas vezes não deu certo!). Já crescidinho e depois de muitas leituras e observações, cheguei a uma conclusão – muito minha, é verdade! – sobre a real necessidade de todas aquelas disciplinas básicas e rotineiras que fomos obrigados a engolir na escola. Elas servem exclusivamente para a conquista da(o) parceira(a) e o consequente acasalamento. É claro que educador nenhum vai admitir isso, mas eu sou educador e admito, portanto, vamos à explicação:
Matemática: Serve para o indivíduo analisar as simetrias, os volumes, as curvas, os traços e depois calcular as despesas com os encontros, como o tradicional chopinho, o tira gosto, o motel, as flores (ainda mandam flores depois da primeira transa?).
Obs: No caso das meninas, acrescentemos os preparos estéticos. Quanto vai custar o blush da moça da novela, o batom da Avon e aquele vestidinho da vitrine...? Hummmm! E em cada continha a pergunta: Será que ele vale quanto me custa?
Português: Pô, se o indivíduo não souber “desenrolar” bem, não vai... Tem que ter bom papo, saber falar, se expressar.
Obs: No caso das meninas, é fundamental que entendam de análise do discurso, literalmente. Certo poder de síntese também é bem-vindo, para não se expor muito, não entregar o ouro de cara para o bandido...
Química: Essa é fácil! Sem química fica complicado. Não rola. São peles, suores, fluídos intracorpóreos, odores... Tudo deve casar direitinho.
Obs: Para as meninas, sugiro que estudem mais a fundo perfumaria, assim elas poderão dizer com firmeza: “Esse perfume na sua camisa é tal e quem usa é uma vagabunda muito muquirana. Por que você fez isso comigo?”
Física: Tem uma galera que apela e costuma dizer: “Quando não vai na química, vai na física mesmo!” Mas tem também o lance do desempenho com a aplicação da lei do menor esforço (com o melhor resultado, se possível!). Tem a lei da atração. Tem a da gravidade que diz que “tudo que sobe, desce.” E tem aquela que diz: “Dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.” Contestável. Já ouvi cada coisa! Temos que conhecer os mistérios da física.
Obs: As meninas devem se interessar, principalmente, pela pegada; pela mecânica da coisa toda. Grosso modo, os meninos são pela execução e as meninas pela construção.
Educação Física: Bem lógica: Preparo físico é tudo! Também conhecimentos de anatomia humana são bem-vindos...
Obs: Meninas precisam saber quanto valem um bom bíceps, peitoral, coxas, glúteos e panturrilhas.
Biologia: Essa é uma das mais importantes porque conhecer a vida como um todo e suas manifestações, dá ao indivíduo um mar de possibilidades no outro. Sabe-se, por exemplo, o que esperar do corpo, quais os resultados... Saber que DST não é a sigla de um partido político, por exemplo.
Obs: As meninas devem entender todo o funcionamento do seu corpo na hora do boi beber água. E, principalmente que, depois de nove meses a gestação dá sinais de vida.
História: Tem a ver com cultura. Ter um bom papo nos intervalos. Saber vários assuntos, ser “antenado”. Nada pior do que na hora da onça procurar sombra, não ter o que dizer... Ficar lá, paradão, olhando para o teto e/ou tirando meleca.
Obs: Meninas precisam entender o que o cara fala. Discernir entre História e historinhas...
Geografia: O indivíduo tem que saber se orientar, precisar onde está, aonde quer chegar com aquela coisa toda... E mais, em que direção fica o motel mais próximo.
Obs: Para as meninas é fundamental um profundo conhecimento de topografia, para saberem bem em que terreno estão pisando.
Artes: Tem a ver com cultura também. Basicamente, dar mais valor à literatura para falar coisas bonitas; à música para saber exatamente o que cantar; o teatro, para bem representar; o cinema, para o climão; as artes plásticas, para desenvolver acuidades; enfim...
Obs: Para as meninas, conhecer arte é uma forma de autodefesa contra todas as “más intenções” deles.
Bem, dito tudo isso, o que vocês acham? Estou certo ou não? Na verdade, pouco importa... Acho que fazemos tudo isso instintivamente.
Matemática: Serve para o indivíduo analisar as simetrias, os volumes, as curvas, os traços e depois calcular as despesas com os encontros, como o tradicional chopinho, o tira gosto, o motel, as flores (ainda mandam flores depois da primeira transa?).
Obs: No caso das meninas, acrescentemos os preparos estéticos. Quanto vai custar o blush da moça da novela, o batom da Avon e aquele vestidinho da vitrine...? Hummmm! E em cada continha a pergunta: Será que ele vale quanto me custa?
Português: Pô, se o indivíduo não souber “desenrolar” bem, não vai... Tem que ter bom papo, saber falar, se expressar.
Obs: No caso das meninas, é fundamental que entendam de análise do discurso, literalmente. Certo poder de síntese também é bem-vindo, para não se expor muito, não entregar o ouro de cara para o bandido...
Química: Essa é fácil! Sem química fica complicado. Não rola. São peles, suores, fluídos intracorpóreos, odores... Tudo deve casar direitinho.
Obs: Para as meninas, sugiro que estudem mais a fundo perfumaria, assim elas poderão dizer com firmeza: “Esse perfume na sua camisa é tal e quem usa é uma vagabunda muito muquirana. Por que você fez isso comigo?”
Física: Tem uma galera que apela e costuma dizer: “Quando não vai na química, vai na física mesmo!” Mas tem também o lance do desempenho com a aplicação da lei do menor esforço (com o melhor resultado, se possível!). Tem a lei da atração. Tem a da gravidade que diz que “tudo que sobe, desce.” E tem aquela que diz: “Dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.” Contestável. Já ouvi cada coisa! Temos que conhecer os mistérios da física.
Obs: As meninas devem se interessar, principalmente, pela pegada; pela mecânica da coisa toda. Grosso modo, os meninos são pela execução e as meninas pela construção.
Educação Física: Bem lógica: Preparo físico é tudo! Também conhecimentos de anatomia humana são bem-vindos...
Obs: Meninas precisam saber quanto valem um bom bíceps, peitoral, coxas, glúteos e panturrilhas.
Biologia: Essa é uma das mais importantes porque conhecer a vida como um todo e suas manifestações, dá ao indivíduo um mar de possibilidades no outro. Sabe-se, por exemplo, o que esperar do corpo, quais os resultados... Saber que DST não é a sigla de um partido político, por exemplo.
Obs: As meninas devem entender todo o funcionamento do seu corpo na hora do boi beber água. E, principalmente que, depois de nove meses a gestação dá sinais de vida.
História: Tem a ver com cultura. Ter um bom papo nos intervalos. Saber vários assuntos, ser “antenado”. Nada pior do que na hora da onça procurar sombra, não ter o que dizer... Ficar lá, paradão, olhando para o teto e/ou tirando meleca.
Obs: Meninas precisam entender o que o cara fala. Discernir entre História e historinhas...
Geografia: O indivíduo tem que saber se orientar, precisar onde está, aonde quer chegar com aquela coisa toda... E mais, em que direção fica o motel mais próximo.
Obs: Para as meninas é fundamental um profundo conhecimento de topografia, para saberem bem em que terreno estão pisando.
Artes: Tem a ver com cultura também. Basicamente, dar mais valor à literatura para falar coisas bonitas; à música para saber exatamente o que cantar; o teatro, para bem representar; o cinema, para o climão; as artes plásticas, para desenvolver acuidades; enfim...
Obs: Para as meninas, conhecer arte é uma forma de autodefesa contra todas as “más intenções” deles.
Bem, dito tudo isso, o que vocês acham? Estou certo ou não? Na verdade, pouco importa... Acho que fazemos tudo isso instintivamente.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O buraco negro da alma
Minha alma (eu já acreditei em alma!) jaz em um grande buraco ou, não sei ao certo, um imenso buraco adormece em minha alma. A dor causada pela não realização do que poderia ter sido mesmo quando se sabia que nunca seria, é indizível. Preferia a dor da decepção por ter apostado no que parecia ser certo. Ao menos teríamos vivido as tentativas com esperança. Mas não há como erguer muros no vento.
Amar é um verbo extremamente ingrato.Só deveria ser conjugado de comum acordo com outro amar, por exemplo: "Nós nos amamos" ou "Eles se amam". Todos os outros pronomes deveriam ser abolidos por trazerem em si, no trato com o verbo amar, um certo egoísmo; uma individualidade franciscana sem a preocupação com o retorno. Pô, o que é amar sem ser amado? Absolutamente nada...Melhor, sofrimento. Não tenho esse desprendimento. Não consigo dar e não receber. Quer dizer, às vezes acontece. Já aconteceu... Dói muito.
Levando em consideração que alma existe, que alma sofre, que alma permanece, a minha está seriamente chamuscada. Tomou um bafo quentíssimo de desprezo pela cara adentro. Na verdade, estou sendo injusto um pouco, já que o objeto desse meu amor nunca foi um porto aberto à nova atracação. Tudo estava bem claro desde o início. Mas o maldito amor, além de impulsivo e teimoso ao extremo é cego como uma toupeira. Quem paga a conta? Se eu fosse um romântico diria: "o coração paga a conta", como sou romântico e já sei a resposta, vou tergiversar e como cachorro correndo atrás do próprio rabo foi dar ao tempo o cansaço merecido. Quem sabe no esquecimento encontro uma versão menos "Irmão sol, irmã lua".
Amar é um verbo extremamente ingrato.Só deveria ser conjugado de comum acordo com outro amar, por exemplo: "Nós nos amamos" ou "Eles se amam". Todos os outros pronomes deveriam ser abolidos por trazerem em si, no trato com o verbo amar, um certo egoísmo; uma individualidade franciscana sem a preocupação com o retorno. Pô, o que é amar sem ser amado? Absolutamente nada...Melhor, sofrimento. Não tenho esse desprendimento. Não consigo dar e não receber. Quer dizer, às vezes acontece. Já aconteceu... Dói muito.
Levando em consideração que alma existe, que alma sofre, que alma permanece, a minha está seriamente chamuscada. Tomou um bafo quentíssimo de desprezo pela cara adentro. Na verdade, estou sendo injusto um pouco, já que o objeto desse meu amor nunca foi um porto aberto à nova atracação. Tudo estava bem claro desde o início. Mas o maldito amor, além de impulsivo e teimoso ao extremo é cego como uma toupeira. Quem paga a conta? Se eu fosse um romântico diria: "o coração paga a conta", como sou romântico e já sei a resposta, vou tergiversar e como cachorro correndo atrás do próprio rabo foi dar ao tempo o cansaço merecido. Quem sabe no esquecimento encontro uma versão menos "Irmão sol, irmã lua".
domingo, 9 de maio de 2010
Mariana Arnoso, a nova luz da poesia.
Mariana Arnoso, a nova luz da poesia"
Conheci essa jovem poeta num bar da Lapa. Não foi difícil notar a sua energia contagiante, o seu amor pelas artes, como teatro, música e poesia, em especial. Conheci a sua produção textual e fiquei ainda mais encantado. Sua poesia flui límpida, numa linguagem moderna até mesmo nas gírias e contrações de vocábulos dentro da onda do "internetês". São versos que falam de dúvidas e decisões de uma menina que urge se encontrar em um meio aparentemente hostil, meio sempre presente no mundo teen.
Mariana tem muito talento. Mariana quer ser grande. Mariana pensa poesia como pensa teatro e música. Mariana quer juntar tudo numa coisa só. Mariana caminha em nuvens. Mariana, não tenho dúvida alguma, será uma estrela naquilo que se propõe ser.
Se antes os caminhos pareciam tortuosos, empoeirados, eis que surge agora um novo horizonte, repleto de possibilidades.
À luta, querida Mariana, estarei contigo em todas as frentes.
Conheci essa jovem poeta num bar da Lapa. Não foi difícil notar a sua energia contagiante, o seu amor pelas artes, como teatro, música e poesia, em especial. Conheci a sua produção textual e fiquei ainda mais encantado. Sua poesia flui límpida, numa linguagem moderna até mesmo nas gírias e contrações de vocábulos dentro da onda do "internetês". São versos que falam de dúvidas e decisões de uma menina que urge se encontrar em um meio aparentemente hostil, meio sempre presente no mundo teen.
Mariana tem muito talento. Mariana quer ser grande. Mariana pensa poesia como pensa teatro e música. Mariana quer juntar tudo numa coisa só. Mariana caminha em nuvens. Mariana, não tenho dúvida alguma, será uma estrela naquilo que se propõe ser.
Se antes os caminhos pareciam tortuosos, empoeirados, eis que surge agora um novo horizonte, repleto de possibilidades.
À luta, querida Mariana, estarei contigo em todas as frentes.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Bem-vindo ao mundo dos blogueiros, Casaes!
Começar aquilo que nem mesmo sei o que é? Mas começar o quê, exatamente?
Preciso criar lista de prioridades...
Primeira: Saber responder as duas perguntas acima.
Segunda: Respondidas, definir o que estará exposto aqui.
Terceira: Definido, providenciar o material.
Quarta: Providenciado, avisar aos meus bons e caros companheiros que estou com um blog.
Quinta: Avisado, começar a roer as unhas dos pés (sim, um ex obeso pode!) na expectativa de que virão ver o que resolvi colocar neste espaço.
Sexta: Lapa!
Sábado: Lapa!
Domingo: Aceito sugestões para não dizerem que o espaço não é democrático.
Preciso criar lista de prioridades...
Primeira: Saber responder as duas perguntas acima.
Segunda: Respondidas, definir o que estará exposto aqui.
Terceira: Definido, providenciar o material.
Quarta: Providenciado, avisar aos meus bons e caros companheiros que estou com um blog.
Quinta: Avisado, começar a roer as unhas dos pés (sim, um ex obeso pode!) na expectativa de que virão ver o que resolvi colocar neste espaço.
Sexta: Lapa!
Sábado: Lapa!
Domingo: Aceito sugestões para não dizerem que o espaço não é democrático.
Assinar:
Comentários (Atom)