Bem, nunca fui bom aluno; mas para isso tenho em Einstein um bom consolo. Sempre fui mediano (ou medíocre?) e tirava quase sempre a nota que precisava para não repetir o ano letivo (algumas vezes não deu certo!). Já crescidinho e depois de muitas leituras e observações, cheguei a uma conclusão – muito minha, é verdade! – sobre a real necessidade de todas aquelas disciplinas básicas e rotineiras que fomos obrigados a engolir na escola. Elas servem exclusivamente para a conquista da(o) parceira(a) e o consequente acasalamento. É claro que educador nenhum vai admitir isso, mas eu sou educador e admito, portanto, vamos à explicação:
Matemática: Serve para o indivíduo analisar as simetrias, os volumes, as curvas, os traços e depois calcular as despesas com os encontros, como o tradicional chopinho, o tira gosto, o motel, as flores (ainda mandam flores depois da primeira transa?).
Obs: No caso das meninas, acrescentemos os preparos estéticos. Quanto vai custar o blush da moça da novela, o batom da Avon e aquele vestidinho da vitrine...? Hummmm! E em cada continha a pergunta: Será que ele vale quanto me custa?
Português: Pô, se o indivíduo não souber “desenrolar” bem, não vai... Tem que ter bom papo, saber falar, se expressar.
Obs: No caso das meninas, é fundamental que entendam de análise do discurso, literalmente. Certo poder de síntese também é bem-vindo, para não se expor muito, não entregar o ouro de cara para o bandido...
Química: Essa é fácil! Sem química fica complicado. Não rola. São peles, suores, fluídos intracorpóreos, odores... Tudo deve casar direitinho.
Obs: Para as meninas, sugiro que estudem mais a fundo perfumaria, assim elas poderão dizer com firmeza: “Esse perfume na sua camisa é tal e quem usa é uma vagabunda muito muquirana. Por que você fez isso comigo?”
Física: Tem uma galera que apela e costuma dizer: “Quando não vai na química, vai na física mesmo!” Mas tem também o lance do desempenho com a aplicação da lei do menor esforço (com o melhor resultado, se possível!). Tem a lei da atração. Tem a da gravidade que diz que “tudo que sobe, desce.” E tem aquela que diz: “Dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.” Contestável. Já ouvi cada coisa! Temos que conhecer os mistérios da física.
Obs: As meninas devem se interessar, principalmente, pela pegada; pela mecânica da coisa toda. Grosso modo, os meninos são pela execução e as meninas pela construção.
Educação Física: Bem lógica: Preparo físico é tudo! Também conhecimentos de anatomia humana são bem-vindos...
Obs: Meninas precisam saber quanto valem um bom bíceps, peitoral, coxas, glúteos e panturrilhas.
Biologia: Essa é uma das mais importantes porque conhecer a vida como um todo e suas manifestações, dá ao indivíduo um mar de possibilidades no outro. Sabe-se, por exemplo, o que esperar do corpo, quais os resultados... Saber que DST não é a sigla de um partido político, por exemplo.
Obs: As meninas devem entender todo o funcionamento do seu corpo na hora do boi beber água. E, principalmente que, depois de nove meses a gestação dá sinais de vida.
História: Tem a ver com cultura. Ter um bom papo nos intervalos. Saber vários assuntos, ser “antenado”. Nada pior do que na hora da onça procurar sombra, não ter o que dizer... Ficar lá, paradão, olhando para o teto e/ou tirando meleca.
Obs: Meninas precisam entender o que o cara fala. Discernir entre História e historinhas...
Geografia: O indivíduo tem que saber se orientar, precisar onde está, aonde quer chegar com aquela coisa toda... E mais, em que direção fica o motel mais próximo.
Obs: Para as meninas é fundamental um profundo conhecimento de topografia, para saberem bem em que terreno estão pisando.
Artes: Tem a ver com cultura também. Basicamente, dar mais valor à literatura para falar coisas bonitas; à música para saber exatamente o que cantar; o teatro, para bem representar; o cinema, para o climão; as artes plásticas, para desenvolver acuidades; enfim...
Obs: Para as meninas, conhecer arte é uma forma de autodefesa contra todas as “más intenções” deles.
Bem, dito tudo isso, o que vocês acham? Estou certo ou não? Na verdade, pouco importa... Acho que fazemos tudo isso instintivamente.
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